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Outubro Rosa é #PapoDeAmiga

09 Out

A campanha #PapoDeAmiga, criada ano passado para dialogarmos sobre o câncer de mama com mulheres ao nosso redor, gerando uma rede de apoio para potencializar a prevenção.

O câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil e no mundo e, infelizmente, os números não param de crescer. A boa notícia é que o diagnóstico precoce possibilita que as chances de cura sejam muito maiores, chegando a 95% (Fonte: INCA, 2019). Tá, mas se a maioria dos casos tem cura quando descobertos no início, como o número de mortes está aumentando? A resposta está na combinação de dois fatores: desinformação e medo da doença. E em qual ambiente sentimos mais intimidade e acolhimento para trocar informações e compartilhar medos femininos? Nas amizades.


Pensando nisso, nós, da Anacapri, damos continuidade à campanha #PapoDeAmiga, criada ano passado para dialogarmos sobre o câncer de mama com mulheres ao nosso redor, gerando uma rede de apoio para potencializar a prevenção. Acreditamos que botar esse tema na roda é uma forma de transformar nossa realidade, criando um espaço em que mulheres conversam sobre saúde, se apoiam e transformam o futuro.


Tem coisa mais linda e confortável que estar com uma amiga e trocar sobre tudo? Vivemos tantas questões em comum, somos semelhantes e confiamos umas nas outras. Falar abertamente sobre o câncer de mama com elas é uma forma de espalhar novas descobertas individuais e de criar um ambiente acolhedor para tirar dúvidas e desconstruir receios e inseguranças que impedem a descoberta do dignóstico precoce.


Competição e rivalidade entre mulheres é coisa do passado, nós agora andamos de mãos dadas e tomamos conta umas das outras. 

Autoestima e autocuidado em grupo

Nosso propósito é que cada vez mais mulheres tenham uma autoestima sustentável, mas isso não é possível sem o autocuidado, afinal, só damos atenção àquilo que amamos, não é mesmo? E o Outubro Rosa é uma oportunidade da gente começar a se olhar não só por fora, mas por dentro também, de nos atentarmos à beleza que não podemos enxergar, começando pela nossa saúde.


Reverberar a mensagem do autocuidado é uma maneira de nos fortalecermos, assim abrimos canal para essa troca de gentilezas, nos lembrando que não estamos sozinhas. Além disso, acreditamos também em um diálogo que carrega para a ação, onde amigas têm uma postura ativa em convidar e lembrar as outras do autoexame e da mamografia. Se uma esquece, a outra lembra. A última moda é a gente se cuidar para continuar vivendo, juntas, nossos sonhos.

Amiga, se toca, porque conhecer nosso corpo é maravilhoso

Nossas mamas são uma parte do simbólica e nos lembram que cada mulher é única e especial, elas são sensíveis e guardam muito do nosso sentimento de feminino. Nosso corpo é inteligente e nos dá sinais, por isso quando nos observamos sempre, ficamos aptas a reconhecer qualquer coisa de diferente que merece atenção. Sabia que o caroço endurecido e indolor está presente em mais de 90% dos casos? Isso mostra o quanto nossa atitude de observar, apalpar e conhecer nosso corpo é um ato revolucionário. 

Algumas dicas práticas para iniciar esse papo

-Compartilhando referências;

-Avisando quando for ao ginecologista para ela ir também;

-Perguntando se a mamografia está em dia;

-Desmistificando o autoexame e explicando que é só observar e apalpar os seios;

-Incentivando que ela comece a observar, tocar e sentir os seios regularmente para conseguir reconhecer com mais facilidade se algo anormal surgir.


Aprendeu uma coisa nova? Manda pra ela. Tem um truque para nunca esquecer o autoexame? Manda no grupo. Quando nos abrimos, além de ajudar na prevenção, abrimos caminhos para mudar as estatísticas e nos unirmos ainda mais.

Tem coisa mais linda que e potente do que cuidarmos umas das outras?

Spoiler de amiga: recomendamos fortemente que vocês fiquem ligadas no nosso Instagram, vamos compartilhar uma série emocionante e cheia de aprendizados!

Vamos bater esse papo importante com as mulheres que amamos? Compartilhar é evoluir.

*Os números e estatísticas apresentados neste texto foram retirados do site do Ministério da Saúde, mais especificamente do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 2019.


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